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Mostrando postagens com marcador uma dose de poesia. Mostrar todas as postagens
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18/10/2014



Olá, tudo bom?
Olha eu aqui de novo, gente.
Sábado é dia de "Uma dose de poesia"!




Decisões cambaleantes

Rogério Queiroz
21/08/2014



Talvez eu não precise mais de abrigo,
Consolo ou de um colo para chorar. 
De tanto fingir ser forte 
Acho que passei a acreditar.

Agora deixo o mar me levar.
Estou sendo levado pela correnteza.
Às vezes estou submerso
E, às vezes, eu tenho certeza. 

Convicto de decisões cambaleantes
Sigo nadando em frente
Para bem longe do passado
Em busca de algo diferente.

Sinto que vou me afogar
Mas eu não vou parar.
Pois o sol está se pondo...
O sol está perto de me tocar.



***


Abraços,
Rogério Queiroz.


04/10/2014



Olá, pessoal!!!
Agora a coluna "Uma dose de poesia" é semanal, vocês vão ter que aturar meus poemas tristes (risos).
Então vamos lá!




Laços conflitantes
Rogério Queiroz
24/08/2014


O elo não existe mais.
O céu vermelho se esvaiu,
A escuridão brandiu pesada.
Suas mãos sangram tanto
E você insiste em tocar no violão
Músicas tristes para reatar,
Enquanto eu ainda sei
Sempre que eu pensar em você,
Naquela sua última frase,
Meus passos vão retroceder
Para longe desses laços conflitantes,
Para longe dos seus lábios sufocantes,
Para além de onde eu possa ir.
Eu vou chorar
E sufocar meus gritos.
Vou me esforçar para sorrir.


* * *



Abraços,
Rogério Queiroz.




09/09/2014


Olá, pessoal!!!

Estou tentando voltar à rotina de postagens e pretendo publicar mais alguns poemas, também penso em postar poemas/poesias de poetas grandes, sabe?! (risos). Mas, por enquanto, teremos de nos contentar com os meus "pensamentos" acerca de alguns temas.

Na pequena dose de poesia de hoje vocês podem ler um poema curtinho, mas ele se basta (eu acho) e ficou bem redondo e fluido... Espero que gostem... (ou Tanto Faz - Brincadeira).



Abraços,
Rogério Queiroz.



06/08/2014



Olá!!! 
Para não perder o costume vamos tomar mais uma dose de poesia...



Abraços,
Rogério Queiroz.


14/07/2014



Tudo de novo
Rogério Queiroz

(24/06/2014)


Às vezes o amor engole a si mesmo na ingênua esperança de tentar deixar de ser o que é. Como uma cobra engolindo o próprio rabo. Morrendo aos poucos.

No entanto, o amor não morre fácil, não cede ou se corrompe. Quando muda vira raiva, angústia, lembranças, saudade... Nem por isso deixa de estar lá, servindo de raiz para sustentar e alimentar qualquer outro sentimento que derive. 

Eu também já amei. Odiei. Chorei. Voltei a amar. Tudo de novo. E agora observo o amor que sinto deixar de ser o que é. Se consumindo nele mesmo.

Pensei muito e acho que não existe nada mais triste e bonito do que desistir do que se quis, ou do que ainda se quer... Dar um tempo. Alimentar os espaços. Esquecer. Desistir em função da felicidade do outro.

* * *

Olá, pessoal!!!

Agora as férias acabaram, minhas aulas voltam na quarta-feira e eu pretendo tomar jeito e escrever mais no blog. Agora tenho mais tempo, eu acho - eu diria que muita coisa andou acabando.

O texto acima eu escrevi há uns dias e é incrível como as coisas mudam, mas nem tanto. Não é uma poesia ou poema (nunca sei a diferença), apesar da coluna do blog se chamar "Uma dose de poesia".

Eu espero que gostem, ou que não gostem, enfim... Achei bacana compartilhar esses pensamentos aqui nesse momento.



Abraços,
Rogério Queiroz.