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13/07/2013
Memória Fictícias
Carina Corá
Editora: Novo Século
Páginas: 208


Sinopse - Memórias Fictícias - Carina Corá
Quatro diários. Três seres. Uma busca em comum: chegar à superfície da realidade. Uma torre, um lago de cristal, olhos de universo presentes em tempos diversos, em vidas cruzadas e em memórias fictícias. Um mundo imaginário perdido no limbo de uma casa que abrigara relações misteriosas de uma família. Até que ponto suas memórias são verdadeiras? Através dos relatos de Coralina de Lilá, Bianca Giacomina e Érus atravessamos o fino limiar entre realidade e ficção.

Resenha

E se tudo que você viveu, toda sua realidade... não passar de memórias fictícias?

Assim como está na sinopse, Memórias Fictícias é dividido em quatro partes. Quatro diários. E esses diários são escritos por 3 “seres”...

O primeiro diário é narrado – escrito – por Coralina de Lilá uma jovem (não sei a idade) que está se mudando, junto com sua mãe Tarsila, para uma vida nova. As duas vão morar com uma freira misteriosa, Irmã Bianca Giacomina. A mãe de Coralina ajudará a freira nas tarefas de casa, pois a mulher está doente e se sentindo só.  

Coralina, ao chegar na casa, tem sua atenção fixada em uma torre.


No começo eu não entendi onde se localizava essa torre, mas avançando na leitura descobri que a torre é uma espécie de cômodo da casa e a entrada para este cômodo é um dos mistérios.

Irmã Giacomina alerta que Coral não deve de maneira alguma ceder à sua curiosidade e procurar pela torre.

Portanto, a trama gira em torno dessa torre. Será que Coral vai se deixar levar pela curiosidade? E se... O que tem na torre? 

Memórias Fictícias é um livro pequeno com capítulos curtos o que faz a leitura ser bem rápida. Logo nas primeiras páginas eu notei que a escrita da autora é bem profunda. A Carina não entrega a história de maneira fácil, eu precisei embarcar nas páginas para desvendar os mistérios, para descobrir o que era real e o que era fictício.

O livro é um enlace coeso de fantasia, "romance" e ainda tem o toque mágico da incerteza que perturba o psicológico do leitor(no caso, perturbou o meu).

Os outros três diários são narrados pela Irmã Bianca e por Érus. Eu pensei em falar um pouco sobre esses diários mas, certamente, acabaria revelando "detalhes" importantes da trama. A freira, Bianca Giacomina, é uma personagem complexa, eu diria que ela é o "bem" e o "mal" ao mesmo tempo... e essa dualidade está em batalha durante os diários narrados por ela. O último diário é narrado por Érus (mas quem é Érus?) que é um personagem que está no olho do furacão, ou talvez ele seja o próprio furacão... 

A capa é bem bonita, um tanto triste, hehe, parece um diário mesmo, talvez essa seja a intenção. As páginas são amarelada e a diagramação é bem feita. Eu gosto bastante do trabalho de arte da Novo Século.

Eu entrei nesse livro de tal forma que, por diversas vezes, me senti triste com os acontecimentos e isso, pra mim, foi muito angustiante.

- Menina, alguns dos nossos pensamentos nos são ocultos. Há tantas ideias que temos e que jamais enxergaremos. A mente pode controlar os sentidos. Não deixe sua alma ser enganada, não deixe seu corpo sofrer as consequências de escolhas que você tomou e que, todavia, não sabia que eram suas.
Página 24



Por último, eu preciso agradecer à Carina por ter cedido o exemplar para resenha, por me proporcionar conhecer essa história (que me perturbou, hehe), e pela disponibilidade e carinho de sempre com o blog. Obrigado, Carina. 

Links



Se cuidem, 
Rogério Queiroz.


19/06/2013



Olá, leitores!
Faz um tempinho que eu venho enrolando para anunciar minhas novas parcerias, isso é muito feio, mas vou fazer um post grandão para contar tudo pra vocês. 
Ah, eu estou muito feliz por causa desses autores que acreditaram no blog e me deram um voto de confiança, me concederam essas parcerias especiais. Espero sempre poder agradá-los com minhas doses de palavras.


Vamos ao primeiro autor: Paulo Levy, que rapidinho aceitou o convite para se tornar parceiro aqui do blog.



Campeão brasileiro de squash e ex-redator publicitário, Paulo Levy herdou do pai a paixão por livros policiais e de espionagem. Fã confesso das histórias de Sherlock Holmes, Hercule Poirot, Jules Maigret, Comissário Montalbano, para citar apenas alguns, fez da sua paixão por livros a sua carreira: entrou para o ramo editorial com uma empresa de ebooks em 2001. Em seguida, passou pelas editoras Horizonte e Objetiva, esta onde atuou por 5 anos. Em 2009 abriu sua própria editora, a Bússola. RÉQUIEM PARA UM ASSASSINO, recomendado pela revista Veja, e pelos jornais O Estado de São Paulo e Folha de São Paulo, entre outros, é o seu livro de estreia.





Sinopse - Réquiem Para Um Assassino   -  Paulo Levy


Parecia uma manhã como outra qualquer na pequena Palmyra, uma cidade histórica no litoral do Rio de Janeiro. A caminho do trabalho, o delegado Joaquim Dornelas se espanta com um movimento incomum nas ruas. Diante da Igreja de Santa Teresa e da Antiga Cadeia, no Centro Histórico, uma multidão observa o corpo de um homem atolado na lama seca do canal. Ninguém sabe como o corpo foi parar lá. Não há sinais de arrasto, marcas de barco, violência, ferimentos, nada. Apenas um band-aid na dobra interna do braço esquerdo. Abandonado pela mulher e longe dos filhos, o delegado Dornelas, um tipo humano, amante de cachaça e de mingau de farinha láctea, se envolve de corpo e alma no caso em busca de salvação. Sem aviso, a irmã do morto e um vereador poderoso aparecem para dar informações importantes sobre o que se tornaria um caso de dimensões bem maiores do que Dornelas poderia imaginar. Aos poucos se revela uma complexa teia de interesses envolvendo a política, o tráfico de drogas, a prostituição e a comunidade local de pescadores. A intuição aguçada, a cultura e o conhecimento das forças que movem a natureza humana permitem ao delegado Joaquim Dornelas se mover habilmente pelo emaranhado de fatos e versões que a trama apresenta. O que a princípio seria mais uma investigação na sua carreira, se torna para o delegado uma jornada de transformação pessoal.








Sinopse - Morte na Flip - Paulo Levy


Embalado por sua amizade colorida com Dulce Neves, por doses de sua cachaça favorita, por seu empenho como pai à distância e por seu mingau de farinha láctea, o delegado Joaquim Dornelas mais uma vez usa de aguçada intuição e incrível faro policial para desvendar mais um complicado crime.











Romances policiais são sempre bem vindos para um fã de Agatha Christie.

Próximo autor: Bruno Godoi. Bom, o Bruno também se mostrou um cara muito disposto a aceitar a parceria e seu livro parece ser incrível... eu aguardo ansioso a chegado do exemplar.



Bruno Leonardo de Godoi e Silva nasceu em Divinópolis, Minas Gerais, em 14 de julho de 1980. Serviu por quatro anos nas fileiras do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (10° BBM – Divinópolis) e graduado em Engenharia Civil pela FUNEDI/UEMG. Cristão, católico, apaixonado por simbolismos religiosos, e um amante das Letras, apresenta suas primeiras incógnitas para as equações das palavras.



Sinopse - O Grito Vermelho - A Sinfonia da Morte - Bruno Godoi

Um crime: doze corpos encontrados em uma região mística do norte da Mongólia. Um agente especial francês em luta contra seus mais íntimos inimigos: “os próprios pesadelos”. Um padre exorcista do Vaticano. Um assassino letal e misterioso que cruza o caminho das investigações do governo francês e do Vaticano, pondo em risco a segurança dos agentes e dos padres. Segredos são aos poucos apresentados e revelam as angústias e os pecados impressos nos homens. O Grito Vermelho: o lamento silencioso da alma…





Agora é a vez de uma autora muito simpática Érica Azevedo, ela também me cederá um exemplar de seu romance Pluvia. Vamos conhecer um pouco mais sobre a autora:


Erica Azevedo nasceu na capital paulista, entre ruas abarrotadas e o ar poeirento do fim de tarde. Descobriu a literatura fantástica com a série “Harry Potter” e graças a ela se tornou uma aficionada por livros dos mais variados gêneros e autores. Ainda no ensino fundamental, escreveu um roteiro baseado na ditadura militar, o que a aproximou ainda mais da escrita. Mas foi observando a chuva borrar a janela da sala na casa onde morava com os pais e, depois de anos vivendo no mundo dos livros, que a ideia de uma realidade totalmente nova lhe veio à mente. Em meio a idas e vindas começou a contar a história de Ana e sua saga por Pluvia e pelos mundos de Lucien. Atualmente dedica-se a graduação de Ciências Políticas.

Sinopse - Pluvia - Erica Azevedo Ana cresceu empenhada em suas histórias fantásticas, mas nunca teve oportunidade de se aventurar por elas. Abandonou-as ainda na adolescência, enxergando que a realidade é dura demais para tais voos inocentes. Mas, em meio a uma viagem a um vilarejo desconhecido no sul do Brasil, ela tem a oportunidade de enveredar por um mundo totalmente novo, quando, em meio à chuva do fim de tarde, observa as gotas se transformarem em pessoas iguais a ela. Sentindo o fogo que a preenchia na infância se reacender com a curiosidade, Ana vai atrás deles e se depara com um pedido de ajuda e a descoberta de um novo mundo: Pluvia. Mas o que essas pessoas realmente escondem? E qual o segredo por trás dos profundos olhos azuis do estranho senhor da mercearia? E o que de tão terrível está assustando os pluvianos a ponto de fazê-los pedirem ajuda a uma menina indefesa? Essas respostas serão desvendadas e muitas outras perguntas surgirão no decorrer da leitura de Pluvia. O primeiro livro da série “Os Mundos” traz um misto de aventura, romance e diversão para os leitores de literatura fantástica e que, como Ana, possuem sede por conhecer outros mundos.



E por fim, temos uma autora bem jovem e aparentemente com uma escrita bem diferente: Carina Corá.


Carina Zatti Corá nasceu em Caxias do Sul, RS, tem 19 anos e vive em Porto Alegre. Estuda Teatro na Universidade Federal do Rio Grande do Sul e é bolsista na área de recepção teatral e dramaturgia. Iniciou a produção deste livro ainda no Ensino Médio e o concluiu durante seu intercâmbio na Dinamarca.






Sinopse - Memórias Fictícias - Carina Corá
Quatro diários. Três seres. Uma busca em comum: chegar à superfície da realidade. Uma torre, um lago de cristal, olhos de universo presentes em tempos diversos, em vidas cruzadas e em memórias fictícias. Um mundo imaginário perdido no limbo de uma casa que abrigara relações misteriosas de uma família. Até que ponto suas memórias são verdadeiras? Através dos relatos de Coralina de Lilá, Bianca Giacomina e Érus atravessamos o fino limiar entre realidade e ficção.








São muitas parcerias, muitos livros incríveis, espero que vocês tenham gostado das novidades e aguardem as resenhas, pois elas virão.

Abraços,
Rogério Queiroz.